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Onomástica Albicastrense
(Esta publicação é a ultima do belíssimo trabalho do Coronel Vasco
da Costa Salema).
(Continuação)
Entre
os nomes próprios aparecem alguns pouco vulgares, como Pulquéria, Escolástica, Úrsula, Silvano, além de Matildes, de que já assinalamos haver duas expostas com esse
nome, há uma Hipólita (Fogo nº 4),
uma Florencia, (Fogo nº 207), uma
Simoa (Fogo nº 459) e cinco Urianna
ou Vrianna – o nome escrito de ambas maneiras (Fogo nº 46, 84,129,192 e 462).
Outros, alguns, seriam possivelmente mais alcunhas que propriamente apelidos, julgamos que já não são usados por ninguém na cidade de Castelo Branco, tais como:
CAPADO, SARZEDO, SUZANA, LATA, PANÇA, ROMANO,
GRANDELA, MELICIA, CARAMELO, PELAYO, CABELETE, LÃABRANCO, ESCARRANHADO,
PALCIGO, BISCHO, PELICANO, FRANCELA, BONITINHO, BARRETE, TURINO, CARAPETOZO,
BOLORICO, DOURADO, GRIFA, PEIXA, MADROA, BACALDOU, LONGO, MONTOZO, GANDUFA,
HONRADA E HONRADO, GANÃO, PASMADO, GORDO, PERTGULHA, JOEIREIRO, BORDA, ANJO, LARGA,
LEIGA, LAPITA, LADEIRA, LOBINHO, PREYA, GÉMEA, CUME, ZAMBADA, MARCULHO, BIZARRO,
ESTOUVADO E CARRANCHO, MASBARBAS (1).
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O apontamento que se segue é meu, e não de Vasco Salema:
(1) - MASBARBAS, casou com uma antepassada minha. Ele deu aos filhos o apelido da mulher "Bispo" e não o dele.
O apelido Masbarbas morreu com ele.
O ALBICASTRENSE
Manuel Martins Castelbranco Masbarbas, de Castelo Branco, filho de Manuel Martins, de Vale de Azares, Celorico e de Maria Rodrigues, de Castelo Branco, casou com Maria da Conceição Bispo, de Malpica, filha de Domingos Fernandes Bispo, de Malpica e de Isabel Mendes, de Castelo Branco, em 18 de Maio de 1721. Meus 7ºs avós.
ResponderEliminarManuela