quinta-feira, agosto 18, 2011

QUIOSQUE VIDAL - II


Volto hoje a um tema que já aqui abordei anteriormente. Vou fazê-lo, porque ao passar pelo “Quiosque Vidal”, vi ali afixado um anúncio mandado publicar pela “comissão liquidatária da Polis Castelo Branco”, no jornal “Reconquista”. Não vou comentar o referido anúncio, nem a carta pública que a direcção do “Quiosque Vidal” resolveu afixar ao lado do referido aviso, pois prefiro que cada um tire as suas conclusões.
Mais de 500 albicastrenses, (eu fui um deles), assinaram um abaixo assinado promovido pelos responsáveis do quiosque, a pedir ao presidente da autarquia albicastrense para que o antigo espaço do posto de turismo lhes fosse alugado, para poderem assim ampliar o seu estabelecimento e servirem melhor os albicastrenses.
Será o aviso publicado pelo jornal: “A Reconquista”, a resposta do presidente da autarquia da minha terra, aos responsáveis do “Quiosque Vidal” pelo baixo assinado entregue na autarquia?
Em vez de se juntar as partes para discutir o assunto e encontrar uma solução, eis que uma das partes decide apostar na criação de outro quiosque! Será que se pretende levar à falência o primeiro?
Confesso que não consigo entender, que alguém queira alugar um espaço para ali se instalar: uma livraria / venda de jornais ou artesanato, quando nas costas do mesmo espaço, já existe outro que vende as mesmíssimas coisas.
Se acreditasse nas “más línguas”, diria que alguém está a pagar por ter falado mais do que devia... Será? Haja paciência para tanta prepotência, é o mínimo que se pode dizer perante esta história a lembrar outros tempos.



O Albicastrense

15 comentários:

  1. Anónimo22:43

    São raizes que apodrecem a democracia
    calar-me NUNCA
    Não Vivemos de subsidios nem troca de favores ganhamos a vida de espinha direita
    Que viva a democracia
    Mais Uma Vez fiquei surprendido
    e acho que os Albicastrenses tambem
    Por favor não vergem a espinha
    Antonio Garrido

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  2. Anónimo01:21

    Sr Verissimo veja a coisa por este prisma: o tal espaço é público; o direito a utilizá-lo adquire-se publicamente (hasta pública) e paga-se (renda).
    Assim o "Qiosque Vidal" apresenta-se à hasta pública e, com transparência, licita o arrendamento.
    Será que a transparência na gestão pública deve ter dias, ou destinatários?
    Sabemos que não.
    Este é mais um exemplo de tentativa de manipulação, em que alguns embarcam.
    Cumprimentos,
    João Castro

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  3. Anónimo03:32

    Olha, olha. Afinal o Polis ainda funciona. Só que... Não apresenta contas...Será um caso de policia? Sentinela da Noite

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  4. Anónimo09:45

    Olhe Senhor "joão de castro com o Bilhete de Identidade nº......
    Ouça a Radio Beira Interior e passe os olhos pelo SOL e verá que POLIS se foi
    António Garrido
    BI 4127229

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  5. Amigo João Castro.
    Diz o meu meu amigo: "o tal espaço é público; o direito a utilizá-lo adquire-se publicamente (hasta pública) e paga-se (renda). Assim o "Quiosque Vidal" apresenta-se à hasta pública e, com transparência, licita o arrendamento”.
    São palavras amigo João Castro! São palavras... Deixe que lhe diga o seguinte: durante os quase 20 anos em que estive na direcção do Sindicado dos Trabalhadores das Função Publica Sul e Açores, aprendi a ver a diferença entre o que a lei diz, e a realidade do dia a dia, (graças à acção dos nossos políticos).
    Quanto: "à tentativa de manipulação, em que alguns embarcam".
    Só posso dizer-lhe, que embora sendo crente, não sou anjinho!
    No entanto, sempre posso perguntar-lhe: quem manipula, quem? Eu? Os proprietários do Quiosque?
    Se está a falar dos proprietários do quiosque, tenho que reconhecer que são óptimos manipuladores, pois conseguiram manipular mais de 500 albicastrenses.
    Se o manipulador sou eu!
    Então tenho que reconhecer, que tenho “capacidades” que desconhecia.
    Um abraço

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  6. Anónimo19:49

    Sr. Veríssimo, parabéns pelo post!

    Sr. Garrido, continue com a luta contra a prepotencia e a oligarquia albicastrense.

    Sr. João Castro, vire o prisma ao contrário e torne a olhar.

    O Pastor Lusitano

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  7. Anónimo00:09

    Pergunto: Alguém de bom senso vai montar um negócio com prazo de um ano?
    Se não é marosca, parece.
    É nitidamente uma estória mal contada...
    Morão não perdoa!
    Homem das Cavernas

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  8. Anónimo00:15

    O Senhor João Castro era capaz de ir montar um negócio envolvendo algum capital pelo prazo de um ano?
    Sinceramente, não acha estranho?
    Não considera esta atitude uma canalhice, como diz o Pastor Lusitano?
    Homem das Cavernas

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  9. Anónimo10:48

    D. João de Castro é nome histórico. Andou lá pelas indias nas guerras das "especiarias" e não só. Com a força das armas...
    Eis mais outro, que está de acordo com a força das armas da intolerãncia e malvadez.
    Alguém me sabe responder a esta pergunta? Quando do concurso de outro espaço no mesmo local, com o Ambienta agora Prestigio, o concurso foi lançado por quem? Assim como em outros concursos, se é que os ouve, de estabelecimentos na Devesa?
    Foi a Câmara ou o Polis?
    Talvêz o D.João de Castro, perdão o Sr. João Castro saiba.
    Como costuma ter informação privilegiada...
    Sentinela da Noite

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  10. Anónimo14:32

    Ainda a sim e a ser verdade
    Quanto antes o Ministério Público devia abrir inquérito a estas "negociatas". Assunto Público merece inquérito Público
    Pode começar por inquirir os Donos dos Bares e Dom João de Castro

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  11. Anónimo01:56

    Então sr. João Castro já que, ao que parece, costuma ter informação privilegiada, diga-nos lá, quem é que fez os outros concursos, a Câmara ou a Sociedade Polis?

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  12. Anónimo12:49

    Está visto, o sr. joão castro, só entra para confundir, quando é para esclarecer, népias...
    Pela boca, morre o peixe...ou, or trafulhas.

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  13. Anónimo11:10

    MINISTÉRIO PÚBLICO!

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  14. Anónimo20:28

    O João Castro pifou...

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  15. Anónimo09:22

    O J.C. faz parte do grupo dos paus mandados. O rega bofe a chegar ao fim
    o barco abana vamos ver quais são os primeiros ratos a saltar.
    O escriba da corte

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