quarta-feira, outubro 20, 2010

CENTRO RODÓVIARIO DE CASTELO BRANCO

O marasmo em que caíram as obras referentes à construção do novo Centro Rodoviário de Castelo Branco, inquietaram a minha curiosidade e levaram-me a inquirir aqui e ali, sobre o significado deste devagar devagarinho, ou ainda quanto mais vagarosamente melhor.
Após algumas perguntas que não me levaram a lado nenhum, fui abalroado por uma Gralha despocada que me esvoaçou aos ouvidos, que afinal o referido Centro de Transportes Rodoviário de Castelo Branco, já não iria para o local inicialmente previsto.
Segundo a mesma Gralha, (que merece toda a credibilidade que se pode dar a um pássaro desbocado) o local escolhido inicialmente, (antiga fábrica da cortiça) não é o mais adequado, derivado aos seus acessos.
Ainda segundo a mesma Gralha, o tão proclamado e necessário Centro Rodoviário da nossa cidade, passaria para o local onde actualmente estão as ruínas da antiga fábrica Metalúrgica, (terrenos que a nossa autarquia se prepara para adquirir).
O problema das gralha é que nunca nos palram todas as informações! Ou seja... dão-nos pequenos palrares, que depois nos deixam a massa cinzenta pronta a entrar em estado de inquietação.
No entanto! Dando alguma credibilidade a este passarão e olhando com olhos de ver, sobre o que os responsáveis pela nossa autarquia tem feito no espaço inicialmente previsto para a construção do Centro Rodoviário, uma coisa salta à vista de todas os que por ali passam.
- O abre túnel e fecha túnel que temos assistido na nossa estação, parece dar a entender que por ali já houve melhores dias e de que por aquele local alguma coisa anda ao desnorte.
- O silêncio e o marasmo que reina à volta da construção do Centro Rodoviário da nossa cidade, parece indicar que outros interesses se levantam.
Não vou aqui fazer perguntas sobre os segredos instalados na construção deste Centro Rodoviário, porque sei que ninguém me irá responder!
Porém... (a ser verdade o que a velha Gralha me palrou!...) não posso deixar de me interrogar sobre tudo isto.
- Será normal que se programe a construção de uma estrutura destas, (que custa milhões de euros) sem que primeiro seja feito um estudo exaustivo sobre o local, para se saber se o terreno em causa, reúne ou não, todos os requisitos necessário para essa construção?
- Ou será!... Que os terrenos da antiga Fábrica da Cortiça e da Metalúrgica, são um manjar demasiado apetitoso para certa gente?
Responda quem souber ou quiser, que este albicastrense está cada vez mais confundido, com silêncio “dourado” que reina à volta desta e de outras obras fundamentais, para o futuro da nossa cidade.
O Albicastrense

2 comentários:

  1. Anónimo11:14

    Isto é assunto para o Alfredo das camionetes, OS AMIGOS e suas marionetes
    enxeram-se á custa dos martins évora, claras, setubalense rodoviaria e outros vilões que têm uns camiões
    ordenados e benesses xorudas
    A vergonha é o estaleiro a que ainda chamamos RODOVIÁRIA.
    Quanto aos terrenos outros galos cantam e espreitam como abutres
    robin dos bosques

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  2. Carlos Vale02:39

    Pouca gente soube.
    No dia 1 e 2 de Outubro de 2010 na Escola Superior de Tecnologia (EST/IPCB),a Ordem dos Arquitectos Raia Centro realizou as suas Jornadas. Soube meramente por acaso e fiz questão de ir lá ver. Para quem não soube, estiveram expostos os projectos relativos ao Concurso de Projectos para a Zona da Estação, ente eles o projecto ganhador que teve honras de apresentação de uma maqueta.Para que tinha dúvidas, o túnel pedonal vai saír mesmo junto ao primeiro cruzamento onde começa o muro do Liceu, perca-as. Se o projecto for para diante é mesmo o que vai acontecer. É verdade o projecto da "RISCO" é o que propõe. Estava lá!
    Por isso havia razões para se afirmar no momento em que o assunto foi aqui discutido no Albicastrense, que a Avenida Nuno Alvares vai sofrer um atentado. Ou será "crime urbanístico?
    E há mais aspectos que não agradam.
    Surpreende que não seja a própria Câmara a mostrar os projectos e a maqueta à população.
    Fica o desafio. Venha de lá a exposição. Os albicastrenses merecem e têm esse direito.
    o direiro de ver e participar na discussão.
    Carlos Vale

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