sexta-feira, outubro 08, 2010

OS NOSSOS POETAS

POESIA DE ANTÓNIO SALVADO EM SALAMANCA
António Salvado será o poeta homenageado durante o XIII Encontro de Poesia Ibero-Americana hoje no Teatro Liceo, da cidade de Salamanca. O Encontro coordenado pelo poeta Alfredo Pérez Alencart e tem como assessores os professores da Universidade de Salamanca Juan Antonio González Iglesias, Francisca Noguerol Jimènez e Carmen Ruiz Barrionuevo. Para além de António Salvado, os poetas Isel Rivero (Cuba), Rómulo Bustos Aguirre (Colombia), Juan Carlos Mestre (España), Óscar Rodríguez (España), Marcelo Gatica (Chile), Frank Estévez (España), Juan Carlos Galeano (Colombia), Boris Rozas (Argentina-España), Margarita Arroyo (España), Luis Guillermo Alonso (España), Ernesto Román Orozco (Venezuela) e Harold Alvarado Tenorio (Colombia) são os poetad presentes. O poeta brasileiro Carlos Nejar e o português António Osório representarão a língua de Camões. António Pedro Pita, Director Regional da Cultura do Centro, também vai estar presente nesta manifestação de intercambio entre poéticas de língua ibérica, organizado pela Fundação Salamanca, com a apoio da Fundacion Caminho d ela Lengua Castelhana e do Ministério da Cultura de Espanha.

O poeta hispano-peruano Alfredo Pérez Alencart, apresentará uma ampla antologia de Salvado, com o título “A Hora Sagrada”, que inclui composições dos poetas participantes e obras do pintor Miguel Elías. António Salvado nascido em Castelo Branco em 1936, é poeta, ensaísta e antologiador. Está traduzido em castelhano, francês, italiano, inglês e japonês. Verteu para português, entre outros, os poetas Cláudio Rodriguez, Ricardo Paseyro ou António Colinas. Licenciado em Letras tem dividido a sua vida profissional pelo ensino e pela museologia. Para a critíca do “Diário de Notcias”, Maria Augusta Silva: “Numa leitura (ou releitura) da poesia de António Salvado sente-se o quê? Uma estética do sentir? Uma estética formal? Ambas, por certo, e fazem-se num casamento de equilíbrios, prestando justiça a Schiller quando filosoficamente advoga que, no ser humano, distinguem-se o "impulso sensível" e o "impulso formal", um e outro reciprocamente moderadores no intento da sonhada harmonia. É essa grande harmonia regeneradora que se desenvolve na obra poética de António Salvado.” Algo que criado a partir da nossa Beira, ultrapassou todas as fronteiras.

1 comentário:

  1. Anónimo01:25

    !!!!!!!!!!!!!!!!!...
    ?????????????????...
    Que se passa?
    Isto está mesmo mau...
    Homem das Cavernas

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