quinta-feira, julho 20, 2017

TRAVESSA DO RELÓGIO


QUEM JÁ INVADIU ESTA TRAVESSA?
Encostada à torre do relógio, existe uma pequena travessa que tem por nome, “Travessa do Relógio”.
Esta travessa, eterna namoradinha do nosso relógio, é sem qualquer dúvida a mais graciosa das travessas da terra albicastrense.
Em 2006 postei aqui um poste sobre ela, onze anos depois volto ao tema, declarando que algo mudou por ali, porém, muito existe ainda para concluir. A Travessa do Relógio tem no entender deste albicastrense, condições únicas para ser uma espécie de ex-libris da nossa terra, pois a sua configuração em forma de funil é encantadora e única.  
Numa terra onde os locais com características como os
travessa do Relógio são tão poucos, não deveriam
os albicastrenses proteger, cuidar e
tratar desses locais?
Numa das casa em ruínas existente na travessa, são visíveis vários blocos de granito (conforme se pode ver numa das fotografias), blocos que deveriam pertencer à antiga muralha da cidade, e que por decreto de 1835 do Ministério da Guerra e de acordo com a Câmara Municipal de Castelo Branco da altura, terá dado licença para precederem à destruição deste património local e aproveitar a pedra das muralhas para construção em obras de utilidade pública, tendo mais tarde autorizado “1939” a venda em haste pública da restante pedra das muralhas.
O meu desabafo só pode ser um: Ex. mos senhores responsáveis pela autarquia da minha terra, recuperar a Travessa do Relógio e colocá-la ao serviço da terra albicastrense não é uma obrigação e muito menos um dever, é antes, um acto de justiça para com a terra albicastrense e para com os albicastrenses.                                                              
PS.  Como acredito que a grande maioria dos albicastrenses nunca entrou na Travessa do Relógio, deixo o apelo, para que no próximo fim-de-semana penetrem por ela de maneira tornarem-se íntimos da rainha das travessas albicastrenses.  
                                       O Albicastrense                               

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